• Autor Eça de Queirós
  • Ilustrador
  • Coleção Tesouros da Literatura
  • ISBN 9789897074639
  • PVP 11,99 € (IVA incluído)
  • preço fixo até fim de janeiro de 2019
  • 1ª Edição julho de 2017
  • Edição atual
  • Páginas 640
  • Apresentação capa mole
  • Dimensões 140x208x41 mm
  • Idade 15+

Uma obra-prima da literatura portuguesa, que se tornou um clássico consagrado a nível mundial.

Esta edição apresenta uma revisão cuidadosa de atualização e uniformização do texto, sendo respeitado o novo acordo ortográfico.

A ação d'Os Maias passa-se em Lisboa, na segunda metade do século XIX. Neste livro, Eça de Queirós conta a história de três gerações da família Maia, dando especial enfoque à relação amorosa de Carlos da Maia e Maria Eduarda. Esta obra é também um pretexto para o autor fazer uma crítica e análise à situação decadente do país (a nível político e cultural) e à alta burguesia lisboeta oitocentista.

N'Os Maias estão patentes os componentes fundamentais da grandiosidade literária de Eça de Queirós: o estilo de narração e descrição alicerçado numa observação perspicaz, o humor, o realismo e a crítica mordaz.

«Os Maias encerram um pensamento, destinam-se a fazer pensar.» Jacinto do Prado Coelho

A Coleção Tesouros da Literatura, da qual este livro faz parte, oferece uma cuidada seleção de obras fundamentais da Literatura Universal, muitas das quais são recomendadas pelas Metas Curriculares de Português e pelo Plano Nacional de Leitura.

José Maria Eça de Queirós nasceu a 25 de novembro de 1845, na Póvoa de Varzim.

Formou-se em Direito na Coimbra romântica e boémia dos anos 60, onde se deixou influenciar pelas correntes estéticas e ideológicas da vida literária desses anos: socialismo, realismo e naturalismo.

Conheceu a experiência do jornalismo n’O Distrito de Évora e na Gazeta de Portugal, onde colaborou, escrevendo para folhetins. Trabalhou grande parte da sua vida como cônsul, primeiro em Havana e depois em Inglaterra. Eça de Queirós era um observador atento da sociedade do século XIX e não deixou que a distância o impedisse de escrever acerca daquele que foi um dos pilares das suas obras: a crítica aos costumes do seu país.

As suas obras já foram traduzidas para mais de vinte línguas.